Do amor sou escravo pleno.
Da paixão sou admirador escravo.
Do envolvimento sou apreciador admirado.
Da vida sou homem bicho.
Da certeza sou brinquedo humano.
Da alegria sou ferramenta a brincar.
Na verdade, homem é o que sou.
Sou amor apaixonado.
Sou vida alegre.
Verdade mesmo é que homem escravo é o que sou.
Sou admirador pleno de paixão.
Sou bicho a brincar.
Nãos sou máquina!
Homem é o que sou...
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Apenas esperança
Deixe a porta semi aberta
para que eu entre sem causar alarde.
Sentarei ao lado de sua cama,
apreciarei seu sono e cada detalhe seu.
Pensarei em milhões de coisas pra lhe encorajar,
e hesitarei outras milhões de vezes para lhe dizer.
Quando o sol raiar, sairei pela mesma porta,
sem fazer barulho, sem lhe incomodar.
Deixarei apenas a esperança
que pelo menos em seus sonhos,
o amor lhe encoraja e eu possa te amar.
para que eu entre sem causar alarde.
Sentarei ao lado de sua cama,
apreciarei seu sono e cada detalhe seu.
Pensarei em milhões de coisas pra lhe encorajar,
e hesitarei outras milhões de vezes para lhe dizer.
Quando o sol raiar, sairei pela mesma porta,
sem fazer barulho, sem lhe incomodar.
Deixarei apenas a esperança
que pelo menos em seus sonhos,
o amor lhe encoraja e eu possa te amar.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
"Pensar demais é besteira"
É como negar um sorriso ao mar
ou entao evitar o olhar pedindo atenção,
lamentar pela oportunidade desperdiçada,
ou esquecer de determinada data;
chorar por mágoas passadas,
pagar promessas frustradas,
ou até mesmo esperar pela hora certa sem ter hora.
É como sorrir pra não chorar,
ou chorar por não querer sorrir.
É se explicar sem ter o que provar,
é sofrer da solidão em coletivo,
e sem duvida, é viver sem tomar banho de chuva.
É saber o gosto sem querer provar,
é não lutar pela felicidade,
enfim, é amar sem se ousar, sem ter coragem,
sem se arriscar.
ou entao evitar o olhar pedindo atenção,
lamentar pela oportunidade desperdiçada,
ou esquecer de determinada data;
chorar por mágoas passadas,
pagar promessas frustradas,
ou até mesmo esperar pela hora certa sem ter hora.
É como sorrir pra não chorar,
ou chorar por não querer sorrir.
É se explicar sem ter o que provar,
é sofrer da solidão em coletivo,
e sem duvida, é viver sem tomar banho de chuva.
É saber o gosto sem querer provar,
é não lutar pela felicidade,
enfim, é amar sem se ousar, sem ter coragem,
sem se arriscar.
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Seu guri
Me abracei na saudades e lembrei da meninice,Correndo atrás de bola e caindo no chão,
Levando bronca mas sempre com um sorriso na mão.
Te abraçava e me espelhava.
Ouvia as mesmas canções que você, meu pai,
e que até hoje, confesso a falta que faz.
Criança de tão pouca idade,
sentimento inocente do guri, o seu guri.
Acordei hoje e lembrei que homem agora sou,
Cabelo na face, maior de idade, cursando faculdade
mas ainda sim, sou guri.
Levo bronca, levo sermão, mas nem sempre
com um sorriso na mão.
A saudade é amarga, azeda e apertada.
O tempo afasta a sujeira e o temporal,
traz sol e esperança.
Agora pego a estrada do sol, e caminho em sua direção,
e lá está você, novamente no meu espelho e com um sorriso na mao.
domingo, 14 de junho de 2009
Somos todos
Todos somos sombra da maldade egoísta dos pensamentos.
Todos somos alma e coração da bondade que nos cerca.
Todos somos caminhos e atalhos para a realidade.
Todos somos ilusões e esperança dos sonhos.
Todos somos lagrimas pelo que tem vivido.
Todos somos sorrisos de atrevimento e ousadia.
Todos somos famintos e gulosos.
Todos somos insatisfeitos e satisfatórios.
Todos somos razão e incerteza.
Todos somos o preço do destino e do acaso.
Todos somos um, e um somos todos.
Todos somos alma e coração da bondade que nos cerca.
Todos somos caminhos e atalhos para a realidade.
Todos somos ilusões e esperança dos sonhos.
Todos somos lagrimas pelo que tem vivido.
Todos somos sorrisos de atrevimento e ousadia.
Todos somos famintos e gulosos.
Todos somos insatisfeitos e satisfatórios.
Todos somos razão e incerteza.
Todos somos o preço do destino e do acaso.
Todos somos um, e um somos todos.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Underground
Voltando para casa debaixo de chuva,
em mente "Tempo Perdido"
cantarolando, dançando, sintonizando.
Recordações infinitas,
passado presente!
Um milhão de nomes para contar a mesma história,
mas com ele,
jamais sozinho.
Palavras e pensamentos que mesmo em distância
sempre se encontram.
Afinidade e afinação.
Um cigarro e uma cerveja.
Minha desafinada voz, e o seu violão.
Você só precisa ouvir o que já foi dito,
De maneira exagerada, meu caro, te amo,
jogado aos pés, de bar em bar e de porre em porre.
Ao eterno amigo e companheiro, Cirrose!
em mente "Tempo Perdido"
cantarolando, dançando, sintonizando.
Recordações infinitas,
passado presente!
Um milhão de nomes para contar a mesma história,
mas com ele,
jamais sozinho.
Palavras e pensamentos que mesmo em distância
sempre se encontram.
Afinidade e afinação.
Um cigarro e uma cerveja.
Minha desafinada voz, e o seu violão.
Você só precisa ouvir o que já foi dito,
De maneira exagerada, meu caro, te amo,
jogado aos pés, de bar em bar e de porre em porre.
Ao eterno amigo e companheiro, Cirrose!
domingo, 10 de maio de 2009
Donana
Os cães agora latem,
O vento leva embora lembranças amargas,
O chão é macio como uma pena
E o seu sorriso bilha o meu rosto.
Não é o medo do dia seguinte que me aflinge.
Seria a ausência da sua alma a minha,
Do seu riso, da sua alegria
Seu olhar,
Suas mãos tremulas,
Seu sorriso amarelo,
Você!
Tire-me o pão, tire-me.
Mas imploro mais uma vez,
não me tires seu sorriso.
Dona Ana: Feliz dia das mães!
O vento leva embora lembranças amargas,
O chão é macio como uma pena
E o seu sorriso bilha o meu rosto.
Não é o medo do dia seguinte que me aflinge.
Seria a ausência da sua alma a minha,
Do seu riso, da sua alegria
Seu olhar,
Suas mãos tremulas,
Seu sorriso amarelo,
Você!
Tire-me o pão, tire-me.
Mas imploro mais uma vez,
não me tires seu sorriso.
Dona Ana: Feliz dia das mães!
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Bentos
Ecoando na mente as horas que nos separaram
e a distância que um dia, nos ameaçou.
Agora, nunca mais.
A saudades de um tempo que não volta,
as brincadeiras no tapete, os aniversários perdidos.
Agora, nunca mais.
As canções cantadas em alto e bom som
e as risadas alegres e sinceras, que um dia foi imaginação.
Agora, não mais.
Ligações, convites, saídas para reviver um passado,
reviver uma história, uma família, que um dia só foi vontade.
Agora, não mais.
A realidade, o presente da vida,
a família, a união e a verdade.
Agora, pra sempre.
Dedicado a Marina Bento
e a distância que um dia, nos ameaçou.
Agora, nunca mais.
A saudades de um tempo que não volta,
as brincadeiras no tapete, os aniversários perdidos.
Agora, nunca mais.
As canções cantadas em alto e bom som
e as risadas alegres e sinceras, que um dia foi imaginação.
Agora, não mais.
Ligações, convites, saídas para reviver um passado,
reviver uma história, uma família, que um dia só foi vontade.
Agora, não mais.
A realidade, o presente da vida,
a família, a união e a verdade.
Agora, pra sempre.
Dedicado a Marina Bento
quarta-feira, 25 de março de 2009
Nascidos em bordéis
Comendo a misériaCompartilhando a pobreza
Brincando com o lixo
Dividindo o destino.
Esperando...
Voando com a pipa
Fazendo arte
Tirando fotos
Reproduzindo mundos.
Esperando...
Cenas absurdas
Cenário grosseiro
Roteiro pré-determinado
Final incerto.
Esperando...
Na espera...
Na espera por um milagre.
(Inspirado no filme Nascidos em Bordéis, fica a dica!)
terça-feira, 24 de março de 2009
É Gente Humilde...
Três pequenas almas, de três dentes banguelosem três sorrisos, nas três bocas, em três pratos
de três garfadas.
Dois moleques e uma menininha, dois atrapalhões
e uma rainha, dois pilantras e uma malandrona
dois e uma, são tres.
Um aqui, três lá.
Uma saudade aqui, três esperanças lá.
Um aperto aqui, dos três sorrisos de lá.
São gente humilde,
e que vontade de chorar...
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