6 cordas
vibram,
ecoam em
6 laços,
amarrados,
entrelaçados em
6 choros
molhados,
presentes em
6 pessoas.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
domingo, 21 de dezembro de 2008
Lenine - Continuação
O Contra, o encontro, a contração
A era, o eros, a erosão
A fera, a fúria, o furacão
O como, o cosmo, a comunhão
A comunhão
O pré, a prece, a procissão
O pós, o póstumo, a pocisão
A cor, a corte, a curtição
Amor, a morte, a continuação
A continuação
A era, o eros, a erosão
A fera, a fúria, o furacão
O como, o cosmo, a comunhão
A comunhão
O pré, a prece, a procissão
O pós, o póstumo, a pocisão
A cor, a corte, a curtição
Amor, a morte, a continuação
A continuação
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Apenas um sonho
Há certos desafios que temos convicção da possibilidade do fracasso, mas há sonhos que esquecemos um pouco da realidade e criamos imagens em nossas cabeças, fazemos planos, almejamos um futuro. Mas, quando a realidade derruba o sonho, logo se abre um buraco imenso onde todos os seus sonhos caiem na velocidade da luz e resta apenas as lembranças deste sonho.
É claro que temos que olhar pra trás e ver porque o sonho não foi realizado, reconhecer os erros, aprender com o fracasso, limpar com a lágrima derramada todo o esboço de caminho não concretizado seja lá o porque. Mas ainda assim, há dor, há desespero, há lagrimas.
Resta agora pôr a mochila nas costas e andar pelo novo horizonte, a nova estrada.
Já dizia a minha, e a avó dos outros: "Há males que vêem para o bem".
É claro que temos que olhar pra trás e ver porque o sonho não foi realizado, reconhecer os erros, aprender com o fracasso, limpar com a lágrima derramada todo o esboço de caminho não concretizado seja lá o porque. Mas ainda assim, há dor, há desespero, há lagrimas.
Resta agora pôr a mochila nas costas e andar pelo novo horizonte, a nova estrada.
Já dizia a minha, e a avó dos outros: "Há males que vêem para o bem".
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Hey Jude
Eu a vi plantando flores,
e colhendo saudades.
Eu a vi amando,
e sentindo ciúmes.
Na verdade eu sempre a vejo,
por trás de lentes sujas
e cabelo seboso.
Eu sempre a vejo,
pequena e saltitante.
Sempre sorridente
e espirituosa.
Vê-la, me lembra do amor,
me lembra que amar é bom.
Amar é necessário,
sem medos e sem barreiras.
e colhendo saudades.
Eu a vi amando,
e sentindo ciúmes.
Na verdade eu sempre a vejo,
por trás de lentes sujas
e cabelo seboso.
Eu sempre a vejo,
pequena e saltitante.
Sempre sorridente
e espirituosa.
Vê-la, me lembra do amor,
me lembra que amar é bom.
Amar é necessário,
sem medos e sem barreiras.
sábado, 6 de dezembro de 2008
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
domingo, 23 de novembro de 2008
Apita o árbitro
Começa a peleja
A bola rola
A arte não pára
É jogo acirrado
Final de campeonato
Há entrega,
Amor pelo jogo,
Dedicação.
Os times procuram se conhecer,
procuram o caminho do gol.
A bola vai e vem.
E lá vem ela,
Correndo em direção ao alvo
E em uma tacada certeira
Acerta a caçapa no último instante
Confirmando a vitória do time visitante.
A torcida,
Os jogadores,
A terra,
Todos vibram,
Todos brindam pelo amor!
Começa a peleja
A bola rola
A arte não pára
É jogo acirrado
Final de campeonato
Há entrega,
Amor pelo jogo,
Dedicação.
Os times procuram se conhecer,
procuram o caminho do gol.
A bola vai e vem.
E lá vem ela,
Correndo em direção ao alvo
E em uma tacada certeira
Acerta a caçapa no último instante
Confirmando a vitória do time visitante.
A torcida,
Os jogadores,
A terra,
Todos vibram,
Todos brindam pelo amor!
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Erva cidreira
Cada noite é uma surpresa,
Tenho apenas a certeza
De que será algo doce e sutil.
Faço planos,
Sonho constantemente,
Respiro sempre o mesmo perfume,
Me perco em tentações,
Troco vícios,
Construo trajetos e
Almejo toda paz e amor.
A cada noite,
A cada surpresa,
Vejo-me no meu caminho:
Rua sem saída
Com vista para o mar,
Onde posso me recolher
E desfrutar de toda paz.
E onde encontro todo o amor almejado.
Encontro o doce sabor de mel,
Desfruto-me,
Lambuzo-me,
Encho-me de sabor,
Paz
E amor.
Tenho apenas a certeza
De que será algo doce e sutil.
Faço planos,
Sonho constantemente,
Respiro sempre o mesmo perfume,
Me perco em tentações,
Troco vícios,
Construo trajetos e
Almejo toda paz e amor.
A cada noite,
A cada surpresa,
Vejo-me no meu caminho:
Rua sem saída
Com vista para o mar,
Onde posso me recolher
E desfrutar de toda paz.
E onde encontro todo o amor almejado.
Encontro o doce sabor de mel,
Desfruto-me,
Lambuzo-me,
Encho-me de sabor,
Paz
E amor.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Polícia conforme o dicionário Aurélio:
"[...]2. A corporação que engloba os órgãos e instituições incubicos de fazer respeitar essas leis ou regras, e de reprimir e perseguir o crime [...] 4. Boa ordem, disciplina, ordem [...] Polícia Militar. Bras. Corporação policial dos Estados, dos Territórios e do Distrito Federal, cuja atribuição é manter a segurança e a ordem interna e que é organizada e armada em moldes do Exército nacional, do qual é força auxiliar e reserva [...]"
Reforço:
"incubidos de fazer respeitar essas leis ou regras"
"Boa ordem"
"Manter a segurança"
Todas essas frases estão ecoando na minha cabeça nesse momento.
Todo policial, ou todo aquele que pertence a um órgão que presta serviços de segurança a comunidade sabe disso?
O poder de ter uma arma de fogo em sua cintura. seria caáz de criar na cabeça de uma pessoa, uma ilusão de que ele tem o direito de fazer suas leis e aplicá-las a sociedade?
Eu prefiro pensar que não, que é engano meu.
Mas, quando chega a mim a informação que um policial, sai pelas ruas espancando mendigos em busca de diversão com os amigos, vejo que é engano meu pensar que temos policiais conscientes de sua função.
Como isso é capaz?
Se fosse uma atitude de um civil qualquer, já é inadmissivel. Mas de um policial fora do seu serviço é de se revoltar.
Constrangedor.
Um homem, um civil, que já sofre injustiças, descriminações, maltratos todos os dias, tem que ser violentado por aquele que está incubido de fazer respeitar as leis e regras impostas a sociedade? Afinal, seria essa a função de um policial conforme nosso idioma, nossa língua.
Mas é pedir demais para um sujeito como este entender a nossa língua, nosso idiomas, nossas palavras e seus conceitos.
E seria só esse o crime desse sujeito? E qual é o perfil deste sujeito no dia-a-dia?
Prefiro tentar não imaginar.
Perderia um pouco de tesão pela vida ao imaginar cenas que achei que só existia em seriados policiais.
"Dizem que ela existe pra ajudar
Dizem que ela existe pra proteger
Eu sei que ela pode te parar
Eu sei que ela pode te foder" (Titãs)
"[...]2. A corporação que engloba os órgãos e instituições incubicos de fazer respeitar essas leis ou regras, e de reprimir e perseguir o crime [...] 4. Boa ordem, disciplina, ordem [...] Polícia Militar. Bras. Corporação policial dos Estados, dos Territórios e do Distrito Federal, cuja atribuição é manter a segurança e a ordem interna e que é organizada e armada em moldes do Exército nacional, do qual é força auxiliar e reserva [...]"
Reforço:
"incubidos de fazer respeitar essas leis ou regras"
"Boa ordem"
"Manter a segurança"
Todas essas frases estão ecoando na minha cabeça nesse momento.
Todo policial, ou todo aquele que pertence a um órgão que presta serviços de segurança a comunidade sabe disso?
O poder de ter uma arma de fogo em sua cintura. seria caáz de criar na cabeça de uma pessoa, uma ilusão de que ele tem o direito de fazer suas leis e aplicá-las a sociedade?
Eu prefiro pensar que não, que é engano meu.
Mas, quando chega a mim a informação que um policial, sai pelas ruas espancando mendigos em busca de diversão com os amigos, vejo que é engano meu pensar que temos policiais conscientes de sua função.
Como isso é capaz?
Se fosse uma atitude de um civil qualquer, já é inadmissivel. Mas de um policial fora do seu serviço é de se revoltar.
Constrangedor.
Um homem, um civil, que já sofre injustiças, descriminações, maltratos todos os dias, tem que ser violentado por aquele que está incubido de fazer respeitar as leis e regras impostas a sociedade? Afinal, seria essa a função de um policial conforme nosso idioma, nossa língua.
Mas é pedir demais para um sujeito como este entender a nossa língua, nosso idiomas, nossas palavras e seus conceitos.
E seria só esse o crime desse sujeito? E qual é o perfil deste sujeito no dia-a-dia?
Prefiro tentar não imaginar.
Perderia um pouco de tesão pela vida ao imaginar cenas que achei que só existia em seriados policiais.
"Dizem que ela existe pra ajudar
Dizem que ela existe pra proteger
Eu sei que ela pode te parar
Eu sei que ela pode te foder" (Titãs)
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